quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

I don't know what I feel

Esquisita. É o que sou. Ou como estou. É uma motanha russa de sentimentos e sensações. Algumas me anestesiam, e essa é a palavra perfeita pra situação. Quando chegam, iludem e são imensas. É como se fosse realmente tudo de verdade. É uma onda que passa e leva tudo o que você julgava ser certo, errado, ser sua opção. São momentâneas, passam muito rápido. Trazem consigo uma vontade de viver, como se alguém ou algo estivesse esperando por você!
Mas quando vai embora, você volta ao ponto de partida. Ao mesmo ponto de sempre, que nunca se vai, que você nunca consegue avançar... É assim.
E de repente você perde as esperanças. Começa a escrever e escrever como um pseudo-escritor. Como se palavras jogadas fossem solucionar o insolucionável...
Você não sabe como parar com isso!
Você só quer que tudo isso acabe... Mesmo que você tennha que perder todas suas emoções pra isso.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Hoje acordei meio Maysa

Mais um dia em que as inúmeras lágrimas derramadas não fizeram sentido. Simplesmente colocar a culpa nos hormônios não facilita em coisa alguma. Mas sei exatamente onde colocar essa culpa: na falta. Na falta de algo que não sei, que desconheço. Falta de algo que meu coração busca mas que não existe, não para mim. Não agora. Talvez nunca existirá...

E uma vontade é a gritar. Gritar e chorar. Por não ser como as belas atrizes americanas ou não ter um amor como nos filmes românticos hollywoodianos. E uns ainda podem argumentar: ''Isso tudo é irreal. São histórias criadas pelo único e exclusivo motivo de lucrar. Bem vinda ao capitalismo minha querida!''.
E eu rio. Apenas isso. Porque sei que de uma forma meio estranha, esses contos de fadas modernos existem para alguns... E que nunca existirão para mim.
Então por favor, me dê um whisky! E eu não preciso nem pedir pra ficar sozinha, porque já estou.