Pensamentos, histórias, queixas sobre o meu eu e sobre o eu alheio. Pedaços do meu mundo e o que coletei dele em alguns anos de existência.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Homem, tão fácil definir e tão difícil ser de fato. Talvez porque as descrições estereotipadas são completamente errôneas, ao menos ao meu ver. Talvez seja pela própria alienação social que cega esses "pseudo homens". Eles acabam acreditando que o errado é o certo. Mais uma vez cogito se é melhor estar alienada... Mas para que? Viver como um objeto para esses "pseudo homens" e consequentemente me tornar como eles? Doentios, frios, desalmados, meninos homens. Eu não quero. Ainda não sei o que sou e no que me tornarei, mas receio que diante de tudo que eu escrevi é certo que jamais conseguirei ser uma "pseudo mulher". Mesmo que assim eu esteja fadada a solidão... De repente a solidão não me parece tão ruim. Antes solitária do que uma pessoa descartável, afinal, a beleza e a juventude não são eternas. Cada um trilha o caminho que deseja mas terá que arcar com as consequências futuras, boas e ruins. Receio que eu esteja me tornando uma mulher.
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Amei
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